Louis Dreyfus Company: lucro cai 10% em 2025, para US$ 653 milhões

19/03/2026 às 08:45 atualizado por Redação AE* - Estadão
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São Paulo, 19 - A Louis Dreyfus Company (LDC) obteve lucro líquido de US$ 653 milhões no ano passado, disse a empresa em comunicado nesta quarta-feira (18). O resultado representa queda de 10% ante 2024, quando o lucro foi de US$ 726 milhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) diminuiu 2,76% na mesma comparação, para US$ 1,831 bilhão. Já a receita líquida aumentou 5,14%, para US$ 53,2 bilhões. A companhia destacou que os resultados financeiros foram resilientes em 2025, mesmo diante de um cenário marcado por desafios geopolíticos, macroeconômicos e ambientais persistentes. Segundo o CEO Michael Gelchie, o desempenho foi sustentado pela expertise em gestão de risco, pela ampla rede global da empresa e pelo portfólio diversificado. Ele destacou ainda que os investimentos realizados em 2025 reforçam a estratégia de crescimento da companhia, "posicionando a LDC como uma empresa cada vez mais integrada, diversificada, inovadora e sustentável nos setores de alimentos, ração, fibras e ingredientes". Os investimentos (capex) totalizaram US$ 1,986 bilhão, direcionados tanto à manutenção e modernização de ativos existentes quanto à expansão de capacidade em originação, logística e processamento, disse a LDC. Na América do Norte, os aportes se concentraram na ampliação do processamento de canola e no desenvolvimento de proteínas vegetais no Canadá, além da construção de um novo complexo de processamento de soja nos Estados Unidos. Na América do Sul, a empresa avançou em projetos logísticos e industriais. Na Argentina, investiu em armazenagem e em uma nova linha de esmagamento de sementes com alto teor de óleo. No Brasil, ampliou a capacidade operacional no segmento de suco, renovou pomares de citros e concluiu um terminal intermodal em Pederneiras, além de avançar na construção de um hub logístico em Rondonópolis, inaugurado em fevereiro de 2026. A LDC também expandiu sua presença na Europa e na Ásia, com aquisições estratégicas e novos ativos industriais, incluindo instalações voltadas a ingredientes alimentares e nutrição animal, além de centros de pesquisa e desenvolvimento. *Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.