Faesp: respeitar decisão do eleitorado é pilar de qualquer democracia civilizada

26/10/2026 às 11:38 atualizado por Equipe AE - Estadão
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São Paulo, 26 - A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) informou em comunicado que "respeitar a decisão soberana do eleitorado é o pilar de qualquer democracia civilizada". O posicionamento da entidade ocorre após o resultado do segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo, 25, com a virada e reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A Faesp ponderou que "o resultado das urnas traz recados claros que não podem ser negligenciados pelo governo eleito: cerca de 49% da população manifestou nas urnas o desejo por mudança, exigindo responsabilidade fiscal, eficiência e segurança. Soma-se a isso uma parcela expressiva de cidadãos que optou pelo abstencionismo ou votos nulos e brancos, sinalizando que não se enxergou nas propostas apresentadas". "A democracia não é um evento que se encerra no dia da votação; é um processo vivo que exige cuidado, diálogo e aperfeiçoamento diário. Ela se consolida quando há compromisso genuíno com a totalidade da sociedade, e não apenas com uma parcela dela", afirmou na nota o presidente da Faesp, Tirso Meirelles. Diante desse cenário, conforme a Faesp, o agronegócio paulista continuará exercendo seu papel altivo na defesa das pautas fundamentais para os cidadãos brasileiros que alimentam o Brasil e o mundo. "É urgente e indispensável retirar as amarras que ainda sufocam a iniciativa privada e travam o crescimento do País: Combate aos excessos tributários: Simplificação e justiça fiscal sem aumento de carga para o setor produtivo; Redução dos custos financeiros: Criação de condições macroeconômicas para a queda sustentável dos juros; Equilíbrio fiscal: Controle rigoroso dos gastos públicos e combate à ineficiência e inoperância do Estado; Segurança no campo: Garantia do direito de propriedade, estabilidade das regras do jogo e previsibilidade jurídica", destacou a Faesp.