Juros Futuros Ficam Estáveis, mas Pressão do Dólar Mantém Viés de Alta
Mercado financeiro acompanha encarecimento de commodities no exterior, mantendo aposta de queda na Selic para agosto

As taxas dos juros futuros abriram operando perto da estabilidade na manhã desta sexta-feira (17), mas exibindo uma leve tendência de alta. O comportamento do mercado acompanha o encarecimento internacional do petróleo e a valorização do dólar frente ao real, fatores que costumam pressionar a inflação.
Por outro lado, a queda nos rendimentos dos títulos públicos americanos (os Treasuries) serviu como um freio, evitando que as projeções de juros subissem de forma mais agressiva no Brasil. Além disso, a divulgação do IBC-Br de maio, que trouxe um ritmo de atividade econômica mais forte do que as projeções indicavam, teve pouco efeito sobre os contratos de curto prazo.
Os analistas continuam apostando em peso que o Banco Central fará um novo corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic na reunião de agosto, levando os juros básicos para a casa dos 14% ao ano.
Nas negociações da manhã, as taxas de Depósito Interfinanceiro (DI) registraram as seguintes marcas:
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Vencimento para janeiro de 2027: Subiu ligeiramente para 13,88% (ante 13,87% no fechamento anterior).
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Vencimento para janeiro de 2029: Passou de 14,10% para 14,14%.
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Vencimento para janeiro de 2031: Registrou 14,34% (contra 14,32% no último ajuste).
Fonte: Estadão



