El Niño exige estratégias diferentes para a agropecuária nas cinco regiões do País
Os riscos provocados pelo fenômeno variam segundo a localização, a cultura, o sistema produtivo e o ciclo agrícola. A erosão é um deles
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Equipes da Embrapa nas cinco regiões brasileiras detalharam os riscos do El Niño 2026/2027 e definiram recomendações adaptadas a cada cenário climático e produtivo. Entre elas estão o uso do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), a escolha de cultivares adaptadas, o escalonamento da semeadura e medidas de manejo e conservação da água e do solo.
Enquanto produtores da Região Sul precisam se preparar para chuvas intensas e excesso de água, em grande parte do Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Sudeste o fenômeno deve impor o desafio oposto: escassez de água, irregularidade das chuvas e temperaturas elevadas. As diferenças não se limitam às fronteiras regionais: os riscos também mudam conforme a localização, a cultura, o sistema produtivo e o período do ciclo agrícola.
Evento on-line apresenta orientações sobre o El NiñoA Embrapa realiza, no dia 9 de outubro, das 10h às 11h30, evento on-line sobre o El Niño 2026/2027, com transmissão pelo canal da Empresa no YouTube. Com participação de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a programação inclui um panorama do fenômeno, o lançamento das notas técnicas com orientações para as cinco regiões e para a gestão de riscos climáticos e um espaço para perguntas do público. Acompanhe a transmissão aqui. |
Os contrastes aparecem em todo o mapa. No Centro-Oeste, Mato Grosso e Goiás apresentam maior risco de seca, enquanto o sul de Mato Grosso do Sul tende a receber mais chuva. No Nordeste, a preocupação é com a menor oferta de água; no Norte, a redução dos níveis dos rios pode afetar navegação, transporte e abastecimento. O Sudeste reúne áreas mais secas e mais chuvosas até dentro de um mesmo estado, enquanto, no Sul, o excesso de precipitação amplia os riscos de encharcamento, erosão e doenças nas lavouras.
O trabalho aprofunda as 163 medidas elaboradas no âmbito do Grupo de Trabalho sobre o El Niño, estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com a participação de cerca de 50 profissionais da Embrapa e especialistas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Além de reduzir os impactos do El Niño 2026/2027, parte das recomendações pode ser incorporada ao planejamento das propriedades para aumentar a preparação diante de outros eventos e condições climáticas recorrentes.
Confira as principais recomendações para cada região:
Principais recomendações
● Soja e milho: seguir as janelas de plantio indicadas pelo Zarc, utilizar cultivares com melhor desempenho em condições de seca e calor, escalonar o plantio e manter a cobertura do solo. Em caso de grande atraso na soja, reavaliar a substituição do milho segunda safra por sorgo ou milheto, pois são cultivos de custo e risco menores.
● Algodão: evitar a semeadura tardia na safra ou safrinha, priorizar cultivares mais precoces à medida que avança a janela de plantio e manter práticas que favoreçam a infiltração e armazenamento de água e a conservação do solo.
● Arroz e feijão: seguir o Zarc, utilizar cultivares mais adaptadas e reforçar as práticas de conservação do solo. No arroz, temperaturas acima de 35 °C podem provocar esterilidade das espiguetas. No feijão, o atraso do plantio pode reduzir a produtividade.
● Cana-de-açúcar: em Mato Grosso e Goiás, concentrar a atenção na seca e no atraso das chuvas. No centro-sul de Mato Grosso do Sul, o excesso de chuva pode dificultar as operações e afetar a qualidade da matéria-prima.
● Pastagens e pecuária: ajustar a lotação dos animais à capacidade de suporte das pastagens, manter reservas de forragem e garantir água e sombra. No Pantanal, a recomendação é acompanhar conjuntamente as chuvas, os níveis dos rios e as condições hidrológicas, além da prevenção contra incêndios.
● Silvicultura: reforçar a prevenção contra incêndios, acompanhar focos de calor e condições meteorológicas, utilizar materiais adaptados ao calor e à seca e conservar resíduos sobre o solo.
A principal orientação é não esperar as condições adversas para agir. Além do Zarc, as medidas incluem aguardar condições adequadas de umidade antes da semeadura, manter o solo coberto, recorrer à irrigação quando houver segurança hídrica e acompanhar continuamente as previsões climáticas para aumentar a eficiência dos insumos utilizados.
Segundo o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (MS) e líder da plataforma regional do Centro-Oeste, Rodrigo Garcia, mesmo com previsão de adversidades climáticas, o setor produtivo trabalha com a perspectiva de produtividades elevadas, pois faz forte investimento em tecnologias. “Esse investimento, somado à adoção de práticas agrícolas mais conservacionistas, aumenta a resiliência do sistema de produção, superando possíveis desafios climáticos que são cada vez mais recorrentes”, diz.
Centro-OesteO El Niño 2026/2027 deve produzir cenários distintos no Centro-Oeste. Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal apresentam maior risco de seca, enquanto Mato Grosso do Sul, principalmente o sul do estado, tende a registrar maior disponibilidade de chuva. Na maior parte da região, a previsão indica atraso e irregularidade das chuvas na primavera, seguidos de precipitações abaixo da média, veranicos e ondas de calor no verão. O período mais crítico para a seca está projetado entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. O atraso das primeiras chuvas pode comprometer a condição adequada para a semeadura da safra de verão, enquanto os veranicos podem atingir as lavouras em fases de maior demanda hídrica. Em Mato Grosso e Goiás, os riscos incluem atraso do plantio, déficit hídrico e impactos sobre a cultura em sucessão à soja, como o milho e o algodão safrinha. No Distrito Federal, as orientações gerais devem ser combinadas com aquelas destinadas às culturas produzidas na região. Mato Grosso do Sul apresenta situação diferente: o sul do estado tende a ter chuvas acima da média na primavera, mas isso não elimina a possibilidade de veranicos durante a safra. |
● Solo: manter cobertura vegetal ou morta, reduzir o revolvimento, utilizar matéria orgânica e adotar práticas que aumentem a infiltração e a retenção de água e reduzam as perdas por evaporação e escoamento superficial.
● Pecuária: planejar antecipadamente a alimentação dos rebanhos, formar e conservar reservas de forragem, manter bancos de palma-forrageira e ajustar a taxa de lotação à capacidade de suporte da propriedade.
● Planejamento: manter reservas estratégicas de água, sementes, alimentos para os animais e insumos e acompanhar sistematicamente as condições meteorológicas, a umidade do solo e a disponibilidade hídrica.
Antecipar decisões é a principal estratégia para reduzir os riscos no Semiárido. Ajustar a produção à disponibilidade de recursos e à capacidade de suporte da propriedade, conservar o solo, usar a água de forma eficiente, formar reservas, diversificar a produção e acompanhar o clima pode reduzir a vulnerabilidade dos sistemas agropecuários.
NordesteNo Semiárido, o El Niño 2026/2027 pode elevar as temperaturas e alterar a distribuição das chuvas, aumentando a demanda por água, reduzindo a umidade do solo e afetando principalmente as culturas dependentes de chuva e as pastagens. Os efeitos não devem ocorrer de forma homogênea, já que o El Niño não determina sozinho a ocorrência de chuva ou seca na região e as condições do Oceano Atlântico Tropical podem amenizar ou agravar seus impactos. No último quadrimestre de 2026, as projeções indicam maior probabilidade de chuvas abaixo da média e temperaturas elevadas, com aumento dos riscos de déficit hídrico, ondas de calor e queimadas. Como o ano agrícola no Semiárido se concentra principalmente no primeiro semestre, os impactos mais significativos sobre a produção são esperados no início de 2027, durante um período decisivo da estação chuvosa. A região chega ao atual El Niño em situação hídrica diferente da observada no episódio de forte intensidade de 2015/2016. Em agosto daquele ano, os reservatórios do Nordeste armazenavam cerca de 23% de sua capacidade. Em 2026, esse volume está próximo de 51%. A condição inicial é mais favorável, mas chuvas irregulares ou insuficientes podem comprometer a recarga, principalmente de pequenos reservatórios. Principais recomendações● Água: antecipar a formação de reservas e ampliar a captação, o armazenamento e o uso eficiente da água. Entre as alternativas estão cisternas, barreiros-trincheira, barragens subterrâneas, captação de água da chuva e sistemas de reuso, como o Bioágua Familiar. |
Os impactos devem variar dentro da região. Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima tendem a concentrar os déficits hídricos mais severos e os efeitos sobre os rios. Roraima apresenta a situação mais antecipada: o déficit de chuva coincidiu com o período de enchimento dos grãos, e há estimativa de perdas de 30% a 50% na safra de 2026. No Pará, Amapá e nas áreas de transição do Maranhão e de Mato Grosso, a preocupação maior está no atraso das chuvas, no prolongamento da estação seca, na implantação das lavouras e no risco de incêndios.
A redução dos níveis dos rios acrescenta um componente particular ao cenário do Norte. No Amazonas, por exemplo, a vazante pode afetar a navegação, o transporte de insumos e alimentos, o abastecimento de água, a agricultura de várzea e a pesca e a aquicultura.
Nas áreas costeiras e estuarinas do Pará e do Amapá, há ainda risco de intrusão salina nos canais de captação de água doce.
Principais recomendações
● Mandioca, milho e feijão-caupi: seguir as indicações do Zarc, utilizar cultivares adaptadas e tolerantes ao déficit hídrico e manter o solo coberto. No milho e no feijão-caupi, evitar que o florescimento coincida com períodos de veranico e ajustar a densidade de plantas à disponibilidade de água.
● Arroz de várzea e terras baixas: adequar o plantio e o transplante ao regime de vazante, manter a lâmina d’água mínima necessária, evitar drenagem excessiva e antecipar o preparo do solo durante a recessão das águas.
● Açaí e cacau: no açaí de terra firme, priorizar irrigação localizada e reduzir a perda de água; nas áreas de várzea, acompanhar a retração das águas. No cacau, manter o sombreamento e a cobertura do solo e evitar podas severas durante o pico da estiagem.
● Banana, pimenta-do-reino e outras frutíferas: utilizar irrigação localizada nas fases críticas, manter a cobertura do solo e adotar medidas para reduzir os efeitos do calor e da perda de água. Na pimenta-do-reino, a recomendação inclui o uso de tutores vivos e a prevenção do estresse radicular.
● Pastagens e pecuária: ajustar a lotação dos animais à capacidade de suporte das pastagens, formar reservas de forragem, reforçar a suplementação e garantir água limpa e sombra. A redução da umidade pode antecipar a perda de qualidade das pastagens e aumentar o estresse térmico dos animais.
● Água e irrigação: proteger nascentes e igarapés, ampliar ou recuperar estruturas de armazenamento, priorizar a irrigação localizada e manter cobertura morta no solo para reduzir a evaporação.
A disponibilidade de água deve orientar boa parte das decisões na região. Além de seguir o Zarc, as medidas incluem: escolher cultivares adaptadas e precoces, conservar a umidade do solo, armazenar água, adequar a irrigação e proteger lavouras e animais do calor.
NorteO El Niño 2026/2027 deve provocar redução e maior irregularidade das chuvas na Região Norte, com atraso na regularização da estação chuvosa, períodos mais longos de déficit hídrico, temperaturas elevadas e redução dos níveis dos rios. Os efeitos já estão em curso e podem se intensificar entre o fim de 2026 e o início de 2027, com impactos sobre a produção agropecuária, a navegação, o transporte e o abastecimento. |
No Sudeste, o manejo deve considerar principalmente os riscos associados à falta de água e às altas temperaturas. As medidas incluem seguir o Zarc, acompanhar as previsões climáticas, conservar água no solo, melhorar a infraestrutura hídrica, utilizar tecnologias adaptadas ao estresse hídrico e térmico e reforçar as reservas de forragem para a pecuária.
De acordo com o pesquisador da Embrapa Agrobiologia (RJ) e coordenador da plataforma regional do Sudeste, Ederson Jesus, "Diante da heterogeneidade climática da região no próximo El Niño, a recomendação central é reforçar a base biológica dos sistemas produtivos: solo coberto, áreas degradadas recuperadas e bioinsumos que ajudam a planta a enfrentar déficit hídrico e calor. É um investimento que paga dividendos em qualquer cenário climático", enfatiza.
SudesteO El Niño 2026/2027, que pode atingir intensidade muito forte entre a primavera e o verão, deve produzir efeitos distintos no Sudeste. Entre os meses de outubro e dezembro de 2026, a previsão indica chuvas acima da média em São Paulo, no Rio de Janeiro (sobretudo no centro-sul do estado) e no centro-sul de Minas Gerais. Já o norte de Minas Gerais, o norte do Espírito Santo e o norte fluminense tendem a enfrentar condições mais secas. As temperaturas devem ficar acima da média em toda a região, aumentando a evaporação e a perda de umidade do solo. Em agosto, 84% do Sudeste estavam em seca fraca ou moderada e o quadro pode piorar se a estação chuvosa trouxer menos chuva do que o esperado. Os principais riscos para a agropecuária são o déficit hídrico, as ondas de calor e o estresse térmico. Nos locais onde a chuva ficar acima da média, devem ser favorecidos a semeadura e o estabelecimento da soja e do milho de primeira safra, a formação dos frutos do café e a brotação da cana-de-açúcar. Na cafeicultura, a atenção aumenta no fim de 2026 e início de 2027, quando as lavouras estarão em fases como floração e enchimento dos grãos. Em São Paulo, soja, milho, feijão, amendoim, café e laranja estão entre as culturas mais expostas à combinação de calor e irregularidade das chuvas. Já o milho segunda safra de 2027 tende a ficar fora do período mais crítico do fenômeno. No Espírito Santo, o maior risco se concentra no café conilon das regiões Noroeste e Litoral Norte, onde a previsão indica intensificação do déficit hídrico. Há ainda risco de incêndios florestais e pressão sobre o abastecimento de água. Em Minas Gerais e São Paulo, o calor também pode provocar estresse térmico na pecuária leiteira. Para o Rio de Janeiro, onde há menos dados específicos, a recomendação é intensificar o monitoramento das condições locais. Principais recomendações● Café: monitorar principalmente as fases de floração e enchimento dos grãos, conservar a umidade do solo e adotar práticas de manejo que aumentem a capacidade das lavouras de enfrentar o déficit hídrico e as altas temperaturas. |
A combinação de umidade elevada e períodos prolongados de molhamento das plantas favorece a ocorrência de doenças. Tempestades e ventos fortes também podem provocar danos a lavouras, pomares, florestas e à infraestrutura rural. Os impactos variam conforme a cultura, a região, a fase do ciclo e o manejo adotado.
Entre as culturas mais expostas estão os cereais de inverno, arroz irrigado, soja, milho, frutíferas de clima temperado e hortaliças. Nas pastagens, o excesso de chuva pode reduzir a qualidade da forragem, compactar o solo e favorecer sua perda. Na silvicultura, a maior preocupação são os danos provocados por tempestades e ventos fortes.
Principais recomendações
● Trigo e outros cereais de inverno: utilizar cultivares mais resistentes a doenças e ao acamamento, escalonar a semeadura, reforçar a cobertura do solo e o monitoramento de doenças e planejar antecipadamente a colheita, a secagem e o armazenamento dos grãos.
● Arroz irrigado: ajustar a época de semeadura para favorecer maior disponibilidade de radiação na fase reprodutiva, utilizar cultivares resistentes ao acamamento, monitorar a brusone e garantir drenagem rápida das áreas. A maior disponibilidade de água da chuva pode reduzir a necessidade de bombeamento.
● Soja e milho: manter o solo protegido, adequar a densidade de semeadura, reforçar o monitoramento de doenças e garantir drenagem superficial eficiente. No milho, o parcelamento da adubação nitrogenada pode reduzir perdas de nutrientes por lixiviação.
● Fruticultura e horticultura: manter a cobertura vegetal do solo, revisar os sistemas de drenagem, ajustar a adubação e intensificar o monitoramento de pragas e doenças. Para hortaliças, o cultivo protegido pode ser uma alternativa.
● Pastagens: reforçar a conservação e a cobertura do solo e adotar medidas para reduzir os efeitos do encharcamento, da compactação e da erosão.
● Silvicultura: acompanhar as condições meteorológicas e adotar medidas preventivas diante do risco de tempestades e ventos fortes, que podem causar danos às árvores e à infraestrutura.
No Sul, prevenção e manejo dos riscos devem caminhar juntos. Além do Zarc e do acompanhamento das previsões, as recomendações incluem escalonar a semeadura, manter o solo protegido, melhorar a drenagem e planejar colheita, secagem, armazenamento e logística. O planejamento também deve ultrapassar os limites da propriedade e considerar a microbacia hidrográfica, com medidas para controlar o escoamento da água e ampliar a capacidade de enfrentar eventos extremos.
Para o pesquisador da Embrapa Clima Temperado (RS) e líder da plataforma regional Sul, Ernestino Guarino, a palavra-chave para a região é solo coberto. Práticas de conservação que garantem a infiltração da água, como terraços e curvas de nível, também devem ser adotadas tanto em períodos de excesso quanto de falta de água, pois aumentam a segurança para o produtor.
O pesquisador também recomenda que o planejamento das atividades agrícolas considere informações divulgadas por fontes oficiais, como a Embrapa, o Serviço Geológico Brasileiro (SGB) e o Inmet. “Pragas e doenças também são favorecidas pelo aumento da umidade e exigem maior atenção no manejo das lavouras nesse período”, diz.
SulNa Região Sul, o El Niño 2026/2027 deve provocar chuvas mais intensas e concentradas, principalmente entre os meses de setembro e dezembro. O excesso de precipitação pode causar encharcamento dos solos (foto abaixo), erosão e perda de nutrientes, além de dificultar operações como semeadura, aplicação de insumos e colheita. A maior nebulosidade também pode reduzir a radiação solar e prejudicar o desenvolvimento e o enchimento dos grãos. |
Página reúne informações para consulta sobre o El Niño
A Embrapa reúne em uma página os principais riscos associados ao El Niño, os períodos críticos e as recomendações para cada região do País. O conteúdo é voltado a agricultores e profissionais da extensão rural
A página apresenta medidas de mitigação e gestão de riscos, orientações técnicas por cultura e criação e estratégias aplicáveis a diferentes sistemas produtivos. Entre os temas abordados estão calendário de semeadura, Zarc, manejo e cobertura do solo, alimentação dos rebanhos e sanidade vegetal e animal.
O espaço também disponibiliza notas técnicas elaboradas por pesquisadores da Embrapa, com informações detalhadas para cada região.
O site El Niño no Brasil: manejo e mitigação de riscos pode ser acessado aqui.
Informações: Assessoria de Comunicação Embrapa - Fernanda Diniz



